Crisol das Estações

Aventura VI, Seção 3
24-29/S1 863

Yin, Abbrabok, Kelrak e Yin exploraram a cripta. Após alguns encontros com mortos-vivos, acharam o local onde Lambart foi sepultado. Porém a lança não estava lá, e havia indícios que um outro grupo esteve lá. Também encontraram um sinete de prata que se tornou pó quando Yin o pegou.

Fee, que havia posto um alarme na entrada da tumba, foi alertado que alguém havia entrado. De fato, era Saskia e um pequeno grupo. Realizando uma emboscada, Saskia e seus aliados foram mortos.

Na tumba de Lambart, havia um túnel escavado recentemente. O grupo o utilizou para escapar; a saída dava num outro lado de uma colina. Pelo estado da vegetação utlizada para esconder a saída, Fee deduziu que ela foi escavada há uns dois anos.

O grupo retornou para Helmar e discutiu com Duncan a situação, mas sem revelar que mataram Saskia. Após um pouco de pesquisa, Duncan sugeriu que o sinete era um sinete de uma das casas nobres anões. Quando um sinete de uma casa se torna pó, é enviada uma mensagem para todos aqueles que tenham um sinete da mesma casa.

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Aventura VI, Seção 2
24/S1 863

Kelrak, Fee, Yin e Abbrabok adentraram a tumba de Lambart. Após resolver os enigmas das quatro estações, desbloquearam a escada para o nível inferior, a cripta.

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Aventura VI, Seção 1
20-24/S1 863

Duncan, um sacerdote de Suve, entrou em contato com o grupo. Saskia, uma paladina de Suve, recentemente obteve um pergaminho contanto a versão herética da história de Lambart, a mão-direita do Profeta Cego. Saskia acreditava que o pergaminho continha a localização da tumba de Lambart onde estaria sua lança que, na versão herética, foi utilizada para influenciar a formação do Círculo pelo Profeta. Duncan tem medo que Saskia vá utilizar a lança como evidência para romper o Círculo das quatro fés.

O grupo decidiu ir até a tumba de Lambart no local descrito por Duncan, a quatro dias de viagem. Puderam observar Saskia e sua expedição e conseguiram ultrapassá-la para chegar antes na tumba.

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Aventura V, Seção 2
16-17/S1 863

Mond tinha uma carta de um certo Delphan, que aparentemente era o chefe. A carta contia informações sobre o esconderijo dos ladrões. Enquanto Yin foi levar Mond para as autoridades, Kelrak, Fee e Abbrabok foram falar com Delphan.

Após derrotá-lo, Delphan revelou que foi contrato para roubar o pergaminho dois anos atrás. Quem quer que o contratou, apagou suas memórias, então Delphan não se lembra de nada da pessoa. O contrato era que a pessoa só precisava ler o pergaminho e depois Delphan deveria devolvê-lo aos monges, mas o ladrão preferiu vendê-lo para um leilão mascarado do mercado negro.

Com os rumores que o grupo estava investigando o paradeiro do pergaminho, o leilão decidiu se livrar das evidências e o leiloaria hoje. Os três levaram Delphan até as autoridades e foram até o local do leilão acompanhados de três guards. Uma mulher insistia em ficar com o pergaminho. No final, ela revelou que sabia quem os três eram e invocou um elemental de fogo. Na confusão, ela fugiu com o pergaminho.

O grupo derrotou o elemental e pegou o cristal usado como evidência.

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Aventura V, Seção 1
15-16/S1 863

Abbrabok, Yin, Fee e Kelrak chegaram em Helmar, a capital da Confederação de Helmar. Na Universidade Arcana, falaram com a Profa. Cassandra do departamento de meta-engenharia e com o Prof. Hadamard da escola de telepatia. A conclusão foi que o orbe não era um item encantado, e sim um objeto com uma propriedade intrínseca de transmitir pensamentos, provavelmente feito de uma liga exemplar desconhecida.

Cassandra sugeriu falar com os monges do Monastério das Sete Lâminas, numa ilha no lago da capital. Os monges tentam registrar todas as armas do mundo; se alguém fez um orbe com um metal exemplar, pode ser que tenha feito uma arma também.

De fato, os monges tinham um registro relevante a respeito, mas o pergaminho foi roubado. Durante a investigação, Fee entrou em contato com um contato anônimo de Cassandra para obter itens do mercado negro. Com sua ajuda, determinou que os ladrões do pergaminho viram que o grupo estava investigando-os e que iriam atacá-los. Com essa informação, o grupo se preparou: quando o ataque veio, facilmente derrotaram os ladrões e seu líder, Mond.

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Aventura IV, Seção 2
10/S1 863

Fee, Abbrabok e Yin tentaram mais uma vez adentrar pela floresta para encontrar a toca dos lobos. No caminho, pararam numa clareira onde aparentemente alguém com poderes mágicos tinha desaparecido e despertado a vegetação local.

Chegando no lar dos lobos, Fee optou por diplomacia enquanto Abbrabok e Yin se escondiam. Os lobos inteligentes eram liderados por um casal, Flâmula e Lampejo. Segundo Lampejo, os lobos certa vez atacaram Fabian e a magia caótica do feiticeiro despertou os lobos. Fabian nunca mais foi visto.

Lampejo estava disposto a dialogar, mas Flâmula se recusou e o traiu. O grupo matou ela e depois convenceram o povo de Leerdemal a cooperar com os lobos para proteger as ovelhas.

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Aventura IV, Seção 1
09/S1 863

O grupo decidiu ir até a Universidade Arcana de Helmar, na capital, para pesquisar mais a respeito do orbe. No caminho, pararem em Leerdemal. A vila é uma importante fonte de lã e portanto a Guilda do Tear oferecia uma generosa recompensa para quem solucionasse um problema com lobos.

Um confronto com os lobos mostrou que eles eram muito mais inteligentes do que se pensava. Além disso, investigações na vila apontaram que o feiticeiro local, Fabian, havia desaparecido misteriosamente.

Abbrabok, Yin e Fee procuraram o lar dos lobos na floresta local, mas foram atacados por um corujurso que forçou-os a retornar a vila para recuperar.

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Aventura III
29-30/K3 863

Bartolomeu sugeriu vender o trigo estocado no barco que era de Orford em Finderrio, uma cidade próxima. Recentemente, abriram novas cervejarias em Finderrio, e a demanda de grãos havia aumentado. Como Bartolomeu perdeu seu navio mercante quando foi capturado, ele se ofereceu como capitão.

O grupo chegou lá perto do festival de solstício de verão e portanto a cidade estava cheia de sacerdotes e acólitos de Suve, deus do verão. Além disso, o grupo descobriu que fazia duas semanas que a cidade sofria de sonhos estranhos e recorrentes.

Um dos cervejeiros da cidade, porém, tinha um problema: seu filho, Steffarion, se achava um mago mirim e foi desvendar o mistério dos sonhos na cidade e estava desaparecido fazia dois dias.

As anotações de Steffarion apontavam um certo local no esgoto. De fato, o grupo encontrou o garoto lá, mas ele estava mentalmente atordoado, e apenas soube indicar que havia um artefato mágico no local.

No esgoto, encontraram um orbe misterioso que havia afetado a mente de várias pessoas, agora perambulando no esgoto. Infelizmente, um dos afetados era um sacerdote de Suve, que se tornou hostil quando o grupo tentou mover o orbe e foi morto.

Com Steffarion salvo e a energia do orbe descarregada, os sonhos na cidade cessaram.

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Aventura II, Seção 3
23/K3 863

Na casa de Destrian, o grupo encontrou pistas que o assassino era possivelmente um dos escravos das minas de cobre recém libertos.

O grupo acusou Adran e ele confessou. Adran tinha medo que Karel fosse escapar depois que o advogado o protegeu. Como é muito mais fácil matar um advogado do que um mago, Adran assassinou Destrian. O grupo decidiu que ele tinha que ser levado a justiça, mas prometeu convencer as autoridades a não executarem Adran.

Adran também tinha carta que era destinada para Destrian. Ele achou que poderia ser evidência contra Karel, mas a carta estava num idioma desconhecido para Adran.

O grupo entregou o culpado à Condestável Elinor e juntos eles derrotaram Karel. O mago foi morto quando tentou fugir.

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Aventura II, Seção 2
23/K3 863

Evidências no local do crime ligaram Destrian a um açougue, o Corte Excelente. No caminho, o grupo foi atacado por Azbeta, sedenta por vingança. Embora derrotada, ela fugiu pois Yin não deu um nó direito.

Lortan, o dono do Corte Excelente, estava doente e portanto o açougue deveria estar fechado. Porém, foram encontrados indícios que alguém recentemente tinha entrado no açougue para pegar um cutelo. Uma carta para Lortan apontava que a pessoa queria vingança, e procuraria mais evidências na casa do advogado.

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